Certa vez, Confúcio disse que a “música produz um tipo de prazer com o qual a natureza humana não é capaz de viver sem.” Sim, é difícil de imaginar um mundo sem música, e é igualmente difícil de viver sem fones de ouvido. Os fones nos ajudam a carregar a música para onde quer que formos, e ouvir nossas próprias trilhas sonoras para passar o tempo, se exercitar, criar umas batidas ou só ignorar alguém com quem você realmente não está afim de conversar (já passei por isso).
Nos últimos tempos, os fones de ouvido têm se tornado cada vez menores e mais avançados. Há modelos com redução de ruídos, há modelos estilosos que cabem dentro do bolso da sua calça e há também os fones Bluetooth, que eliminam todos os fios. Mas isso é só o começo, fãs de música. Os fones que listamos aqui são extraordinários em termos do que oferecem e da maneira como são usados.
.: clique aqui e veja os fones
Fonte: PC Magazine
por alef mansur – setor de sopro da playtech teodoro sampaio
O sax sempre foi um instrumento elitizado. Um sonho de consumo que permitiria chegar a forma de expressão artística mais fascinantemente encantadora, além de ser extremamente charmoso, e por conseguinte, sinônimo de “status”. Os grandes fabricantes do início do séc. XX fizeram deste período o mais criativo, requintado e o mais importante da história na sua produção. Compunham uma miscelânia de obra de arte e jóia preciosa que ajudou a perpetuar o desejo insaciável por este instrumento.
A produção de saxofones é históricamente reconhecida e imortalizada pelos franceses com o SELMER, criando o mito à partir da década de 30 com o Balanced Action até a década de 70 com o Mark VII, passando por vários modelos e inovações mecânicas e ergonômicas. Anteriormente, com os americanos, CONN, BUESCHER, KING e MARTIN; posteriormente com os alemãs B&S e JULIUS KEILWERTH, e os japoneses YAMAHA e YANAGUISAWA.
Hoje, o mercado nacional é dominado pela Yamaha, líder absoluta na preferência dos jovens consumidores, por dispor todo seu “Know How” a favor de um excepcional aproveitamento didático. Seguida de perto pela JUPITER (Taiwan), ainda com muitos modelos e séries desconhecidos dos brasileiros, mas com excelentes resultados no mercado. Porém, quem realmente fez a diferença no nosso mercado (bem no início do século XXI) derrubando os preços, foi a febre invasora de instrumentos de sopro chineses, os pejorativamente chamados “CHING LING”, por não terem nenhum compromisso eminente com o alto padrão de qualidade exigida nos conservatórios e universidades, nem com as mínimas necessidades dos estudantes_ como boa sonoridade e projeção, afinação e ergonomia.
Então, dentro desta diversidade, como proceder para escolher o seu primeiro saxofone?
1. Decida o valor máximo do seu investimento_ Este número incidirá entre R$1.000,00 e R$5.000,00 aproximadamente, se for um sax alto (este é didáticamente aconselhável); os tenores e sopranos dentro de uma mesma marca e modelo, são mais caros e impõem um pouco mais de dificuldade aos seus estudos;
2. Escolha uma marca com o melhor histórico de aceitação_ Pesquise bastante, converse com profissionais e/ou estudantes experientes;
3. Faça uma compra racional_ Entenda que na compra de um sax dentro do que apresentam-lhes como sendo um “BOM CUSTO-BENEFÍCIO”, (que já virou lugar comum) a perda do seu investimento é instantânea e substancial;
4. Observe aspectos como:
4.1. A Regulagem_
- Ergonomia (Qual o sax mais confortável? Compare! Analise alturas de chaves, o peso das molas, a resposta mecânica e ângulo de abertura do todel);
- Mecanismos com dois tempos, movimentos seccionados são frequêntes?
- Existem degraus entre chaves (comuns entre: Dó3/Ré#3, Si4/Fá5 frontal e Sib2/Si2/Dó#3/Sol#3e4);
4.2. Vazamentos_ no caso de instrumentos novos, podem ser causados por bocas amassadas, sapatilhas mal colocadas e qualquer chave, haste ou coluna fora de lugar, considere até falhas como campana torta, etc.
4.3. Sonoridade e Projeção_ É importante ouvir o instrumento, avaliar seu timbre e como é lançado este som, qual o seu alcance; análogamente, projeta em IR (som direto de pouco alcance) ou como Bluetooth, uma projeção que envolve todo o ambiente?
4.4. Acabamento_ Inclui uma análise dos pontos de solda, da ressistência estrutural e da cor do seu futuro instrumento. Podem ser laqueados, niquelados, dourados, prateados ou coloridos; prefira o que envolvem metais nobres, isto valoriza seu sax, sonora e monetáriamente.
4.5. Recursos_ Refiro-me a opções de digitação que lhes proporcionarão mais conforto e principalmente mais velocidade; são estas, partes integrantes da grande maioria das linhas de produção: o Fà Sustenido da 3a. oitava (F#5), o Fá frontal (F5_ localiza-se ligeiramente acima da chave do Si3/Si4), Si Benol na mão esquerda (Sib LH), Sol Sustenido articulado (este pode ser acionado também por qualquer outra chave_ B2, Bb2 e C#3_ que compõe um conjunto de mecanismos chamado mesa.
A aquisição de um saxofone deve ser orientada, mais pela razão do que simplesmente pelo calor da emoção no momento da escolha do seu primeiro instrumento.
- Pareço gélido e sem coração ao transmitir-lhes isso, mas pense no seu futuro como instrumentista, você merece o melhor desde o início de sua carreira; e definitivamente você não tem que tocar o suficiente para adquirir o sax do seu sonho, ele é quem te conduzirá ao sucesso!
Faça uma boa escolha e até a próxima.
por marco nunes – setor de audio profissional da playtech teodoro sampaio
Olá parceiros de gravação! Nesta matéria iremos comentar um pouco sobre tipos de gravação e os tipos de microfones adequados a cada situação.
Mas primeiramente vamos a pergunta que não quer calar: O que é um microfone?
Costumo dizer que o microfone pode ser considerado nosso “ouvido eletrônico”. Ele faz a transformação de energia acústica em energia elétrica, e a forma que esse microfone faz essa conversão é que determina o tipo em que ele se enquadra.
Podemos dividir os microfones em 2 grandes grupos:
MICROFONES DINÂMICOS
O microfone dinâmico consiste de um diafragma fino acoplado a uma bobina móvel dentro de um campo magnético. Quando o som atinge o diafragma, este se move para dentro e para fora, e este movimento da bobina dentro de um campo magnético produz uma variação de corrente na bobina (e conseqüentemente uma variação de tensão em seus terminais) análoga à variação da pressão atuando no diafragma.
De construção simples e robusta, é um dos mais indicados para utilização em instrumentos de grande pressão sonora, como peças de bateria, amplificadores e alguns instrumentos de sopro com trombone e trompete.
Alguns modelos bastante utilizados: Shure SM-57 (todo estúdio precisa ter um deste pelo menos), Sennheiser MD 421 (muito utilizado em tambores de bateria), AKG D112 (clássico microfone de bumbo), Sennheiser E609 (na minha opinião o melhor microfone para amplificadores de guitarra- funciona muito bem na frente de um trompete também!!).
Os microfones dinâmicos são muito utilizados ao vivo, por sua maior rejeição a ruídos de manuseio e sons indesejáveis vindos de instrumentos próximos a ele.
MICROFONES CONDENSADORES
Microfones condensadores, também conhecidos como microfone de capacitor, geram uma corrente elétrica proporcional a pressão sonora, a partir da diferença da capacitância causada pela incidência da onda sonora em uma ou duas lâminas de um capacitor.
Necessita de phanton power, ou seja, uma corrente elétrica disponível na maioria dos mixers e consoles presentes no mercado.
Por essa razão, o condensador capta uma maior gama de detalhes de um instrumento ou uma voz, sendo largamente utilizado em estúdios de gravação.
Alguns microfones condensadores famosos: Neummann TLM 103 (vozes agradecem serem gravadas por ele!!) Audio Technica 3035 (excelente para vozes e instrumentos de corda e sopro), AKG C414 (um dos mais versáteis microfones condensador do mundo), AKG C1000 (clássico microfone de over de batera).
Estamos em um grande momento no mercado de instrumentos musicais. Fomos inundados com diversas marcas de microfones que aliam uma boa qualidade com preço acessível (o famoso custoxbenefício). Alguns deles: Audio technica AT2020 (condensador de diafragma largo), CAD GLX3000 (diafragma largo, multi-pattern), Samson C 02 (par de condensadores com diafragma pequeno), MXL 770 (cápsula larga).
Nesta matéria faremos um passo-a-passo de como fazer uma gravação de um ensaio, com excelente resultado, com um mínimo de investimento, supondo que você já possua um computador apto para gravação e uma sala de ensaio com seus respectivos instrumentos e amplificadores. Para isso você irá precisar de:
-01 placa multipista, USB, Firewire ou PCI, de 8 canais (EX. M-Audio Delta 10/10 LT, Edirol UA 101)
-01-kit de microfones de bateria de 4 peças. (2 overs, bumbo e caixa- Samson, Cad, Audio-Technica, Superlux, dentre outros)
-01- microfone para microfonar a guitarra.(Shure, Sennheiser, Audio-Technica)
-02- direct Box para teclado e contrabaixo. (Behringer, Samson, Tapco)
-01- mesa com direct out. (Behringer, Tapco, Yamaha, etc.)
-01- software de gravação.
-01- microfone para gravação das vozes.
-01- amplificador de fones de ouvido e fones de ouvido para os músicos. (Samson, Behringer, etc).
O primeiro passo é entender a cadeia de sinal que iremos fazer. Posicionaremos os microfones em seus respectivos instrumentos. Esse sinal irá para a mesa de som. Cada canal desta mesa possui um direct out, que nada mais é do que uma saída específica do canal, que irá para a entrada da placa de som. Nesse primeiro passo você já endereçou cada instrumento para um canal específico no software de gravação. No caso do teclado, ele pode ir diretamente para a placa, bastando passar pelo direct-box . O mesmo se aplica ao contrabaixo, se ele não possuir um amplificador específico.
A saída L/R da placa volta para a mesa através da conexão “tape in”, e a saída da mesa “tape out” será endereçada ao amplificador de fones e conseqüentemente aos fones de ouvido.
A montagem está concluída. O próximo passo é certificar o nível de volume de entrada da placa. (ela precisa ser o mais alto possível antes da distorção harmônica).
O vocalista será escutado apenas nos fones de ouvido, (não faria sentido o som do vocal ir para o PA de voz e ser captado pelos microfones de bateria)
O interessante desta forma de gravação é que o vocalista pode refazer seu take se esse não ficar da maneira que lhe agrade

O grupo carioca Matanza se apresentará na cidade de Campinas no dia 25 de Janeiro, antes do show vocês poderão conferir uma tarde de autógrafos na PlayTech de Campinas!
Além disso, se você estiver afim de ir no show pode comprar ingresso na própria loja que fica na Avenida Carlos Grimaldi – 145 – Jardim Conceição (veja mapa).
A série “Guitar Hero”, que redescobriu o gênero musical nos games, agora lança “Air Guitar Rocker”, um brinquedo que permite reproduzir riffs famosos de bandas como Iron Maiden e Black Sabbath.
A fivela é presa ao cinto da calça e reconhece as ‘palhetadas no ar’ do roqueiro sem fio (e sem guitarra). A caixa de som pode ser presa à calça e permite escolher entre 10 riffs famosos para ‘tocar’ (Foto: Divulgação). 
Entre as músicas do ‘Air Guitar’ estão Iron Man (Black Sabbath), Ace of Spades (Motorhead) e Smoke on the water (Deep Purple); não estão confirmados oficialmente preços ou data de lançamento nos EUA.
Veja aqui vídeo da Air Guitar em ação.
Fonte: Globo.com
O site da PlayTech está cada vez mais trazendo interação com os seus usuários, agora muitos produtos já possuem vídeos demonstrativos.
Para identificar produtos que já possuem este diferencial, veja se ele tem o ícone a baixo:
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Estamos atualizando constantemente os vídeos dos produtos, caso o produto que você queira não tenha ainda a seção multimídia deixe um comentário aqui em nosso blog que faremos o possível para colocar no ar!

