A Activision anunciou a produção de “Guitar Hero: Aerosmith”, uma versão de seu famoso simulador de guitarras que será dedicado ao grupo norte-americano de rock. O game está previsto para sair para Xbox 360, PlayStation 3, Wii e PlayStation 2. O lançamento está marcado para junho.
O game coloca o jogador no papel dos guitarristas Joe Perry e Brad Whitford, além do baixista Tom Hamilton, que são acompanhados do baterista Joey Kramer e do vocalista Steven Tyler.
“Ter um jogo construído em torno do Aerosmith é uma grande honra e uma grande experiência para nós”, diz Perry. “Temos colocado muitas idéias no jogo, então os fãs podem se divertir com nossa músicas, ficando a par de nosso trabalho e aprendendo sobre a história da banda”.
“Numa escala maior, é bacana para nós sermos os pioneiros a ajudar a reconstruir a indústria da música através de um formato como os videogames. É ótimo para o rock, já que as gravadoras estão sofrendo para fazerem sentido em meio como as coisas estão mudando. Fãs querem ter a música e sua experiência em novos formatos, e pode acontecer de alguns que jogam o game pegarem uma guitarra de verdade de começarem suas bandas. É o que está acontecendo agora, e só crescerá ainda mais no futuro. É uma mudança enorme no negócio da música”, analisa Perry.
Para o líder Steven Tyler, a escolha pelo Aerosmith é óbvia, pois a banda tem uma discografia variada, com canções como “Sweet Emotion”, “Love in the Elevator”, “Dream On” e “Don’t Wanna Miss a Thing”, um dos maiores sucessos do conjunto.
Por falar em “Dream On”, a canção aparecerá como um download gratuito em “Guitar Hero III: Legends of Rock”. O extra estará disponível entre 16 e 18 de fevereiro na Xbox Live e PlayStation Network.
“Guitar Hero: Aerosmith” difere dos outros games da série por trazer personagens famosos (apesar de, em “Guitar Hero III”, aparecerem celebridades como Slash, ex-Guns ‘n Roses, e Tom Morello, do Rage Against Machine). Toda trilha sonora é composta por canções da banda ou de artistas que colaboraram ou foram influenciados pelo grupo que já vendeu mais de 150 milhões de discos e ganhou o Grammy.
As edições para Xbox 360 e Playstation 3 estão sendo desenvolvidas pela Neversoft (que também fez “Guitar Hero III”), enquanto a versão para Wii está a cargo da Vicarious Visions. No PlayStation 2, a responsável pelo desenvolvimento é a Budcat.
Esse é um dos dois “Guitar Hero” que devem ser lançados em 2008. O segundo, que supõe ser “Guitar Hero IV”, deve sair no final do ano, de acordo com um comunicado da banda independente The Answer.
Fonte: UOL
Arquivado em: PlayTech
O site Sleeveface (Cara de Capa, em tradução livre) foi criado por um apresentador de rádio em Cardiff, no País de Gales.

Os internautas, ou sleevefacers, enviam as fotos em que posam com as capas de LPs ao site, que as publica. O site também disponibilizou as fotos no YouTube e no Flickr, e mantém uma comunidade de 5 mil membros no site de relacionamentos Facebook.
A idéia atraiu a atenção de colecionadores de vinil em várias partes do mundo e o site já recebeu contribuições de adeptos nos Estados Unidos, França, Alemanha, Japão, Rússia, Islândia, Israel e no Reino Unido.
O apresentador John Rostron, que fundou o site, disse que algumas lojas especializadas em vinil entraram em contato dizendo que os clientes estavam tirando fotos com as capas dos discos dentro das lojas.
Além disso, ele conta que uma grande loja em Londres está interessada em fazer uma exposição somente com Sleevefaces.
O movimento teve tanto sucesso que uma editora americana está preparando um livro somente com as fotos do movimento.
“Estamos pensando em fazer festas temáticas onde os Sleevefaces podem se encontrar. Já fizemos vários novos amigos”, conta Rostron.
Fonte: Globo.com

Quando a cerimônia de abertura da Campus Party levou ao palco na segunda (11) a Reac Table, eram poucas as pessoas que já sabiam do que se tratava. A mesa com superfície azul sobre a qual eram movimentados objetos de plástico para criar música eletrônica fez até com que o ministro Gilberto Gil pegasse carona no show dos espanhóis Carlos Fernandez e Carlos Lopez, que vieram ao Campus Party demonstrar a tecnologia.
A Reac Table mistura câmeras, objetos de plástico, símbolos e softwares para oferecer um modo instintivo de criar música eletrônica. Sem regras e nomes complicados, basta que o usuário movimente peças de plástico sobre a superfície da mesa para gerar efeitos sonoros e criar desde distorções até seqüências de baterias. Confira um vídeo da Reac Table.
Uma câmera posicionada na parte inferior da mesa grava os movimentos realizados na superfície e envia as informações para um computador que codifica os dados e transforma a seqüência em música. O segredo está nos símbolos de cada objeto colocado sobre a Reac Table.
Um cubo grande, por exemplo, é o gerador de som. Ao seu redor podem ser colocadas peças menores para interferir nas ondas sonoras – distorcendo e amplificando o som, por exemplo. O computador identifica qual ícone está em ação na mesa e reproduz o efeito desejado.
Fonte: Globo.com

