PlayTech News


[ATENÇÃO]
Março 27, 2008, 1:35 pm
Arquivado em: PlayTech

ps: promoção válida somente para a PlayTech Santa Ifigênia



[Digitação Alternativa]
Março 17, 2008, 10:56 am
Arquivado em: Saxofone, Sopro

por alef mansur – setor de sopro da playtech teodoro sampaio

Quando o saxofone foi desenvolvido por volta de 1840 pelo belga Antonie Joseph Sax, seu sistema de acionamento mecânico teve inspiração no feito do clarinetista alemão Theobald Boehm. No instrumento de Sax, montado sobre um tubo metálico cônico, contavam-se de 18 a 21 orifícios que combinados deixavam soar o cromatismo de duas oitavas e meia (Bb2 ao F#5) acionados de forma descomplicada, onde a disposição das notas compunham um diagrama funcional muito simples.

Foram explorados muitos recursos de digitação ao longo destes 168 anos de convívio com a obra prima de Adolphe Sax; onde o princípio da digitação combinava o dedilhado do oboé, com o sistema de acionamentos proposto por Boehm em 1832.
Algumas alterações já se propunham ainda na segunda década do século passado, como uma chave para o trinado do G#, disposta entre as chaves do E e F (na mão direita), presente principalmente em saxofones produzidos nos EUA. Em 1938 quando a francesa Buffet Crampon (reconhecida pela construção de clarinetes) montou uma sucursal nos Estados Unidos, convidou renomados construtores de saxofone e colocou no mercado um modelo assinado por cada um deles (entre os quais encontravam-se Frank Wolf e Carl Fischer); mas o ponto relevante deste comentário é que estes “Signature Models” tinham transpostas suas mesas como recurso á ser acionado com o dedo médio da mão direita. Os recursos foram dispostos em três mecanismos atrás da campana, ligeiramente acima das chaves de F, E e D. Outro tipo de recurso foi apresentado como um corretor de afinação… um ressonador do F para a 1a. e 2a. oitavas, localizado atrás do sax, antes e logo acima da curva que forma a campana; presente em alguns instrumentos americanos produzidos até a década de 30. Este ressonador é posto em ação num movimento oposto à chave de Fá, automáticamente; mas modifica a forma de digitação do G5.
A empresa francesa Vito, que anos mais tarde emprestou seu “design” a japonesa Yamaha, já tinha uma proposta para aquele que seria_ pelos músicos iniciantes_ o mais desejado recurso nos saxofones modernos, a chave de Fá sustenido agudo (F#5). A Vito a dispôs junto das chaves laterais (D5, D#5 ligeiramente abaixo da chave de F5) para ser acionada com o dedo anular da mão esquerda, já existiam instrumentos com o recurso onde o conhecemos, embora fosse mais cômodo na proposta francesa!
Os recursos que firmaram-se passaram a ser copiados por todos os fabricantes, entre outros possíveis aperfeiçoamentos, perduram, o F5 Frontal (chave acima do B4), o Bb médio, e agudo, na mão esquerda, o F#5 logo abaixo da chave de Bb lateral, acionado com a mão direita e o G# articulado pelas chaves de C#3, B2 e Bb2.
São recursos, todas as possibilidades de dedilhado alternativo encontradas em nossos instrumentos.
Por exemplo:

  •  F#3 e 4 na chave lateral acima da chave de F#5;
  • Dó4 e 5 acionada com as chaves de B3 e 4 e a chave lateral (central) acima do mecanismo de Bb3 e 4.
  • Bb somente na mão esquerda, (aquela com madre-pérola menor, entre as chaves de A e B) excelente para melodias em F Maior; ou acionado com os dedos indicadores das duas mãos em suas chaves de origem;
  • Os superagudos são um capítulo à parte, pois fogem completamente ao convencional, e são extraídos por músicos experientes em posições que variam entre as marcas, os modelos e os tipos de saxes. Em determinados textos a utilização dos recursos agiliza a dedilhado dando-nos conforto e tranquilidade na execução, facilitando os trinados e alguns legatos, e ainda, na região aguda (a partir do Mi5) torna de forma geral o dedilhado bem mais flúido.

- Então, analise todas as possibilidades de seu sax, conheça as minúncias de seu funcionamento e não exite em adotar definitivamente a utilização, desde que sensata, de todos os recursos.
Lembrem-se: Recursos existem para tornar mais eficiente e rápida sua técnica de digitação; portanto, explore-os ao máximo e use-os sem contra-indicações.



[Gibson acusa ‘Guitar hero’ de quebra de patente]
Março 13, 2008, 3:56 pm
Arquivado em: Guitarra, PlayTech

A fabricante de guitarras Gibson tenta impedir a venda do jogo “Guitar hero”, da produtora Activision, por quebra de patente. Em 1999, a Gibson registrou um dispositivo de realidade virtual que incluía fones de ouvido e simulava a participação do jogador em um concerto de rock. Ela exige que a Activision licencie seu jogo com essa patente.

“A Gibson é uma boa parceira e nós os respeitamos muito. Discordamos quanto à aplicação dessa patente, e gostaríamos que a Justiça determinasse se ela procede”, afirmou George Rose, diretor jurídico da Activision, em comunicado.

A Gibson, cujas guitarras elétricas são usadas por lendários artistas de blues e rock como Eric Clapton, B.B. King e Slash, vem sendo uma parceira de destaque nos jogos “Guitar hero”, para os quais a Activision licencia o direito de produzir controles com a forma de guitarras da empresa, e de usar as imagens desses modelos nos jogos.

A disputa começou em janeiro, quando advogados da Gibson enviaram um comunicado à Activision acusando a empresa de violar a patente chamada “sistema e método de geração e controle de um concerto musical simulado”.

A patente descreve um dispositivo que permite ao usuário “simular a participação em um concerto tocando um instrumento e usando um acessório preso à cabeça que inclui saídas de som”. A patente ainda descreve o uso de áudio e vídeo de shows gravados previamente para acompanhar a apresentação do jogador.

Em “Guitar hero” o jogador usa controles de plástico em forma de guitarra para tocar músicas representadas por bandas virtuais na tela. Os botões no controle correspondem às notas das músicas, enquanto animações mostram uma banda tocando em um palco. Em 2007, o jogo ganhou um concorrente: “Rock band”, da Electronic Arts, que utiliza o mesmo sistema de simulação e ainda acrescenta instrumentos como bateria e microfone.

Não é a primeira vez que “Guitar hero” é citado em casos de quebras de patentes e direitos autorais. Em novembro de 2007 o grupo Romantics entrou com uma ação contra a Activision, acusando o jogo de usa uma versão cover da música “What I like about you” “muito semelhante” ao hit original dos anos 80.

“Guitar hero” foi lançado em 2005 e já teve quatro versões (incluindo o pacote com músicas dos anos 80 para o PlayStation 2). Segundo a Activision, “Guitar hero III – The legends of rock” foi responsável por impulsionar os lucros da empresa em 90% no período encerrado em dezembro.

Fonte: globo.com



[Workshop em Ribeirão Preto]
Março 6, 2008, 6:06 pm
Arquivado em: PlayTech
WORKSHOP DE EDUARDO ARDANUY (DR. SIN)EM RIBEIRÃO PRETO!

Abertura: Daniel Rezende

Dia 17/03 às 19:30
Local: – Bronze Night Club – Av. 9 de Julho 59
Ingressos antecipados e com descontos na PlayTech Ribeirão Preto (Av. 9 de Julho 673 – telefone: 3604-0505)
Cadeiras Super Limitadas!