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[Som na sua Igreja]
Abril 22, 2008, 4:59 pm
Arquivado em: Audio, PlayTech

por fernando rassi – audio profissional da playtech andradas

A qualidade é algo que tem que fazer parte dos seus planos.

Com certeza hoje em dia o maior número de compras em áudio no mercado brasileiro se trata das instituições religiosas, de todas as crenças, em especial, as evangélicas, que investem consideravelmente em áudio para melhorar assim os cultos que incendeiam a fé e esquentam o coração levando emoção e colocando os fiéis mais perto do êxtase e da certeza de andar em um caminho divino; agora nada disso é possível se não tivermos consciência na verdadeira ação que as igrejas exercem na sociedade hoje em dia. Existe muita lenda em torno de como sonorizar um ambiente. Todo mundo tem algum amigo que entende ou que já teve alguma experiência com caixas de som e “esse cara vai nos ajudar”, “assim não ficamos a mercê de vendedores de lojas de áudio que querem nos empurrar equipamentos caros que nem sei pra que serve mais custa caro…”, “só quero colocar duas caixas de som e ligar lá um microfone para eu e mais dois amigos cantarem nos louvores”, “a gente já tem um amplificador de 1000 watts e só falta o falante…” . Nossa, como ouço isso na loja!!! Ou então, essa é a mais clássica: “A minha igrejinha é pequena e a gente só quer um sonzinho!” A igreja é pequena? Isso é sinônimo de falta de qualidade? Uma coisa não está ligada a outra, um sistema pequeno também tem que ser dimensionado corretamente, e é ai que quero chegar.

Imagine estar em um ambiente onde as caixas foram mal dimensionadas, ou pior, foram montadas de qualquer jeito, um alto-falante aqui, remenda um fio acolá e vamo lá!; Aí o pastor pega um microfone onde a voz dele sai completamente distorcida! Mas olha que potência de som arto… Todo mundo escuta lá no fundão, só não sabe se é o que o pastor ta falando,… Cabrera? Ovelha? Pereira? O marido da Neuza? O que ele disse? Você ouviu? _ quanto tempo você consegue ficar em um ambiente assim? Te garanto! Muito pouco. Você sairá de lá tenso, cansado! E lembrando, você foi lá para descansar, ouvir uma palavra de fé e sair mais leve; então, em primeiro lugar, só pra colocar isso de forma bem clara! Se o louvor não tiver qualidade de áudio o seu culto vai ficar magrinho, sem sal, não atingiu o coração de quem foi lá pra exaltar.

Trabalho com vendas em áudio já há um bom tempo, o suficiente para ter montado vários sistemas que funcionaram como eu queria, e ver nas pessoas a satisfação de ter investido cada centavo corretamente (e isso não quer dizer que tenha ficado caro heim…), ver os clientes crescerem e voltarem, e cada vez mais com idéias arrojadas e maiores que antes… Estamos crescendo, dizem… O segredo está justamente aí, quando um líder da igreja dá a verdadeira importância para o áudio em sua igreja, ele está valorizando o que ele tem de melhor, que é a palavra da fé que ele tem para levar para os seus e aqueles que ali chegam.
Então vai: vou ajudar aqui a você decidir o que fazer com pouco dinheiro e algumas idéias úteis. É importante saber que hoje em dia existem sistemas ativos e passivos e isso faz uma diferença enorme na prática! Quer ver?

Sistema passivo: (básico)

O sistema passivo é aquele que a maioria já conhece de longa data: amplificador, mesa de som, microfones e caixas de som, sem deixar de fora os cabos para conexão que tantos se perguntam “pra que tudo isso de fio”? Ele tem um crossover dentro das caixas e tudo mais, As maiores dúvidas estão concentradas neste tipo de sistema.Qual a potencia certa? Tem que ser nominal? Quem me ajuda a carregar esse ampli pesado? Por mais simples que seja, a maioria das igrejas tem o sistema completamente errado no seu dimensionamento, caixas que não são compatíveis com suas potências e vice-versa.

Sistema ativo: (básico)

O sistema ativo é lindo. Nessa hora, ele faz tudo sozinho, a caixa é amplificada e já vem com crossover ativo (é por isso que ela chama ativa) e é composto de uma mesa de som e duas caixas e microfone, caramba acabou? Só isso? Isso mesmo, bem simples, até a dona Maria que não conhece o som liga tudo!

Mas é preciso lembrar que para cada tipo de sistema existe uma aplicação adequada, e para cada ambiente uma aplicação; não basta simplesmente colocar as caixas lá, e achar que ta tudo bem, pronto e acabou. Nem mesmo o melhor som do mundo pode resolver todos os problemas. Às vezes, o que precisamos é simplesmente uma boa consultoria com o seu vendedor de confiança, e acredite, aqui na Playtech temos excelentes profissionais, tanto eu quanto meus colegas gostamos de fazer o que fazemos todos os dias, e a satisfação é ver você com um sorriso no rosto quando volta à loja para tomar um café ou para aumentar o sistema, é o que nos orgulha deste ofício maravilhoso que é trabalhar com Áudio.



[Pedal Speed King]
Abril 8, 2008, 1:06 pm
Arquivado em: Bateria

Este pedal é um ícone do Clássico e Vintage. Lançado e 1937 e aprimorado em 1948, não passou por nenhuma modificação funcional desde então. O motivo é bem simples: não foi necessário!

Clássico e atual ao mesmo tempo, seus grandes diferenciais – além claro de seu estiloso e lendário visual – ficam por conta de uma tocabilidade mais fluída aliada ao extremo controle que ele pode proporcionar.

Famoso pela velocidade e precisão que oferece, este é o pedal usado pelos grandes nomes da bateria mundial. Ideal para bateristas com técnicas avançadas e a ferramenta perfeita para os iniciantes que buscam desenvolver uma técnica livre de qualquer limitação que um pedal possa acarretar.

- Pedal simples;
- Direct link drive;
- Batedor de feltro;
- Construção sólida em metal resistente;
- Sensação leve e resposta poderosa;
- Mecanismo de mola de compressão reversa.

Fonte: Florence Music