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[Uma dúvida que atormenta os bateristas!]
Maio 12, 2008, 5:30 pm
Arquivado em: Bateria, PlayTech

Uma dúvida que atormenta a mente de muitos bateristas: a Ludwig é ou não uma bateria das antigas, de tiozinho? Ou é uma marca que inova em toda sua linha e traz também um passado cheio de glória?

Vamos dar uma sacada então no que rolou desde as eras pré históricas, quando os “pterodátilos do rock” ainda voavam sobre nossas cabeças, até os dias de hoje.

Quando a gente fala em Ludwig o primeiro figura que vem a sua cabeça (se você não for muito moderninho, é claro!) é Ringo Starr. Não há como negar que ele foi o cara que deu o maior impulso na marca, na época em que a beatlemania (sim!!!! ele era o batera dos Beatles!!!) invadiu o mundo e o imaginário adolescente da época.

Já sei!! Já sei!!! Aí do outro lado da tela já deve ter alguém me apontando o dedo e dizendo: “Mas isso é muito antigo!”

Beleza, vamos avançar um pouco na história. Que tal falarmos de Led Zeppelin?!?!

Ele realmente se fixou como a grande imagem da Ludwig, sua perfomance como músico nunca foi superada, o cara era simplesmente um gênio! Estamos falando nada mais, nada menos de John Bonham!

Ouça o álbum “The House of Holy” e tire suas conclusões…Você estará diante de um monstro dos tambores!

Mas é claro que sempre aparecerão os amantes do rock progressivo que discutirão sobre a legitimidade da qualidade da composição de tudo que foi feito até então…Sem problemas! O Yes e o Emerson Lake and Palmer estavam e estão lá com sua Ludwig em cima do palco, não se desesperem!

Mas e aquela galera que vai dizer que sempre esquecem da música pesada?

Andando um tempo mais a frente você pode achar imensos kits Ludwig com Alex Van Halen e seus kits de muitos bumbos. Eric Carr e seu monstro cromado em cima de um tanque de guerra nos palcos do Kiss, Frankie Banalie quebrando tudo com seu Kit que homenageia o mestre Bonham mandando ver na parte de trás do palco do Quiet Riot e nos álbuns do WASP.

E… Para não deixar os punks de lado, chegamos aqui nos anos 90 com o Greenday e sua performance elétrica nos palcos pelo mundo, sempre acompanhados da Ludwig!!

Mas se você acha tudo isso muito antigo, se tudo ao seu redor é mais novo que “sapato de padrinho de casamento”, então nós temos o Weezer, The Strokes, e o White Stripes com sua baterista e seu kit Ludwig com “cor de pirulito”… Mais antenado do que esses caras impossível!!!

Bom, como você vê a Ludwig andou junto com a música, adaptou-se a estilos modernos e atualizou seu design de acordo com as mudanças do mercado e da tecnologia.

Fica aqui a resposta para a pergunta. A Ludwig não é uma batera de tiozinho! É a batera do momento em que vivemos, não importa qual seja ele, nem que estilo você toque.

Agora, por falar em tiozinho, como você explica o Led Zeppelin ter vendido tantos ingressos, a um preço exorbitante e em tão pouco tempo há alguns meses atrás????

É… Meu amigo, talvez eles não sejam tão velhos assim…

Fonte: Florence Music



[Sax Alto Jupiter 565 GL Standard]
Maio 12, 2008, 3:26 pm
Arquivado em: PlayTech, Saxofone, Sopro

por alef mansur – setor de sopro da playtech teodoro sampaio

Provavelmente seja este o saxofone de utilização estudantil com melhores resultados numa análise racional; desde quanto custam, a como podemos avaliar sua aplicabilidade.

O som se propaga de forma homogênea, envolvendo o ambiente com uma sonoridade ampla e imponente.

Com timbre e projeção surpreendentes (para a categoria em que se acha), com seu acabamento sem falhas, e podendo designar como de boa atuação a sua boquilha, este saxofone adéqua-se a uma condição de bom custo-benefício; além de não necessitar de prévias intervenções técnicas para obter uma performance sem percalços.

O Jupiter 565 é um instrumento de aplicação cotidiana para principiantes, atendendo bem as suas necessidades; e de ótimo rendimento nas mãos de estudantes avançados_ que usufruem de habilidade e conhecimento técnico para agregar valor musical ao que este instrumento naturalmente lhes oferece.

Características:

  • Corpo e chaves laqueados (latão polido);
  • Campana removível (possibilita o acesso mais fácil à “couraça,” em casos eventuais de manutenção)
  • Logotipo gravado na campana;
  • Parafusos para micro-regulagem (facilita o serviço técnico de montagem do instrumento);
  • Dedeira direita de ABS com opção de ajuste (esta é presa com um parafuso central, que dá opção de regulagem no sentido oblíquo_ para direita ou esquerda).

Recursos:

  • F5 frontal (chave à ser acionada com o dedo indicador da mão direita);
  • Bb na mão esquerda (chave geralmente menor com madrepérola_ côncava ou convexa dependendo do fabricante_ que pode ser acionada simultaneamente com a chave de Si, pelo dedo indicador ou pelo dedo médio, simplesmente);
  • Chave de F# agudo (refere-se a nota da 3ª. oitava Fá#5, este recurso que permite uma 3ª. opção digitação);
  • G# articulado (esta chave é movida por qualquer mecanismo da mesa, facilitando algumas passagens);
  • Bb da “mesa” com desenho anatômico e interligado ao C#3 por um balancim (permite uma unidade do sistema, sem formar degraus entre as chaves).

Acessórios:

  • Correia tipo “padded” com gancho plástico (de fecho mecânico);
  • Boquilha Jupiter #4 standard completa (a melhor do gênero, na minha opinião);
  • Palheta Vandoren V16 #2,5 (lacrada para manter a mesma umidade de quando manufaturada);
  • Cork grease Jupiter tipo bastão;
  • Flanela;
  • Estojo de madeira com 4 compartimentos e fecho simples;
  • Certificado de garantia (válido por 12 meses).

VENHA COMPARAR AS TEXTURAS SONORAS E SENTIR NAS MÃOS AS OFERTAS ERGONÔMICAS DE CADA FABRICANTE…

Contatos:
R. Teodoro Sampaio, 912 – Pinheiros – SP
E-mail: alefmansur.teodoro@playtech.com.br
Tel.: 11 3088 0006