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Partituras musicais e instrumentos poderão fazer parte da lista de material escolar do seu filho a partir de agora. E não estranhe se ele estiver praticando percussão e argumentar que é lição de casa. O ensino de música, tão importante para o estímulo da criatividade infantil, será novamente obrigatório nas escolas. Sancionada nesta segunda, 18, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a lei nº 11.769 valerá para o ensino fundamental e médio de todas as escolas brasileiras, que terão 3 anos para adaptar seu currículo na área de artes. Essa lei altera a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) que determina o aprendizado de arte, mas não especifica o conteúdo.
O ensino de música já fez parte dos currículos escolares, mas foi retirado na década de 1970. O projeto de lei para o retorno dessa disciplina foi proposto pela senadora Roseana Sarney e surgiu com a mobilização do Grupo de Articulação Parlamentar Pró-Música (GAP), formado por 86 entidades, como universidades, associações e cooperativas de músicos. O objetivo não é formar músicos profissionais, mas sim, reconhecer os benefícios que esse ensino pode trazer para o desenvolvimento e a sociabilidade das crianças. Sandra Peres, do grupo Palavra Cantada, acha a decisão bastante válida, mas questiona a maneira com que a música será ensinada nas escolas. “O que realmente vai fazer diferença é a maneira com que as escolas despertarão o apreço das crianças pela música”, diz. O importante, portanto, é que as aulas sejam baseadas na proximidade com o universo infantil. “Até 5 ou 6 anos de idade, o ideal é que elas tenham uma iniciação musical e sejam apresentadas a diferentes instrumentos musicais, para que, mais tarde, descubram de qual elas mais gostam”, afirma Sandra.
Lula vetou o artigo que previa a formação específica de professores na área musical para ministrar a disciplina. A justificativa é que a música é uma prática social e, no Brasil, há diversos profissionais sem formação acadêmica específica ou oficial na área e que são reconhecidos nacionalmente. Paulo Gomes é professor de iniciação musical na Escola Estilo de Aprender e concorda que a formação superior em música não é o principal para definir um bom músico. “O importante é que o professor saiba passar conhecimentos teóricos e práticos para os alunos. E no momento de contratá-lo, cabe à escola verificar se ele se adapta à proposta curricular”, diz.
De acordo com a assessoria da Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação, ainda não foram definidas questões como a periodicidade ou a forma com que as aulas serão ministradas, o que cabe ao Conselho Nacional de Educação. Esses parâmetros ainda serão definidos e devem ser baseados nos regionalismos de cada estado: enquanto em Pernambuco a prioridade pode ser o maracatu, por exemplo, no Rio Grande do Sul a preferência pode ser para os ritmos folclóricos gaúchos.
Fonte: globo.com
Há tempos que a gaita de boca já não é usada em blues tristonhos da década de 20.
Ela cresceu muito, mesmo continuando fisicamente igual, mas num estado espirituoso que já pode ser considerado um gigante. Está presente em todos os estilos musicais, do jazz ao choro, do samba a bossa-nova e do rok á música árabe.
Ela conquista não somente pelo tamanho e praticidade, mas sim pelo encanto e amor. Quantos de nós já nos perguntamos, como é este músico consegue tirar tantas notas neste instrumento tão pequeno? Estas e outras perguntas têm sido feitas ao longo dos anos, principalmente da década de 70 para cá, onde novas técnicas aplicadas nestas harmônicas invadiram o mundo com um efeito parecido com um tsunami.
Para termos uma idéia, a gaita é considerada um dos instrumentos com maior número de compradores por impulso. Por isto, sempre vemos desde crianças até idosos com suas harmônicas de boca sempre ao seu lado.
A internet e seus infindáveis sites sobre gaita, tem sido uma importante aliada no quesito divulgação e popularização.
Mas falando sobre estilos musicais, o tango tem utilizado muito por suas características serem bem parecidas com o som do bandoneon (tradicionalíssimo na argentina) e é claro, tem se saído muito bem.
Na Ásia central e afins, terra do som majestoso, num emaranhado de cordas e percussões típicas daquela região, canções consagradas tem obtido grande sucesso de público no som tão conhecido de uma gaita de boca.
Já no continente africano, terra marcada por fortes traços de cultura, existem gaitistas que fazem shows regularmente e divulgam este instrumento com efeitos e tecnologia a favor do sopro.
Mas o que dizer da gaita no Hard Rock, música eletrônica, balada de mexer até o mais duro quadril? É, o que parecia ser impossível, já aconteceu. Existem diversos músicos tocando em baladas nota dez e tem sido um imenso sucesso.
Sem dizer no pop rock, que tocam músicas que tocam em novelas e seriados, muitas delas já tem a marca; a assinatura; o nome da gaita.
Mas sei que ainda falta muito para o devido respeito, crédito e valor que ela merece, mas numa terra de cheia “cara-de-paus” que surrupiam a cultura, o povo, a educação e a honra humana, já podemos dizer que a gaita tem seu lugar ao sol.
Por Jacques Tegani
Promotor HERING
Por Alef Mansur
Dept. de Sopro – PlayTech Teodoro Sampaio
Qual a melhor marca?
Qual delas dura mais?
Que palheta eu devo usar?
Qual o número aconselhável para um iniciante?
O quê há de diferente entre os vários modelos?
Será que esta, ou aquela tem o timbre que estou procurando?
Nós, músicos de sopro_ restritamente os saxofonistas e os clarinetistas_ nos deparamos corriqueiramente com os dilemas relacionados á escolha das nossas palhetas e tentamos desesperadamente encontrar a palheta ideal nesse universo inexplorado. Quem poderá imparcialmente responder a todas estas questões? Apenas a vivência diária poderá contribuir para nortear nossas decisões; a resposta está dentro do bom senso, naquilo que escolhemos como o melhor.
Mas antes de discutirmos a grande oferta de marcas e modelos no nosso mercado interno, devo destacar:
- A falta de compromisso didático de alguns “professores particulares” _ instrumentistas que com a pouca orientação que tiveram, assumem o papel de formadores de opinião.
- A falta de visibilidade metodológica de alguns segmentos religiosos_ que formam músicos sem nenhuma perspectiva de êxito como instrumentistas.
- A pouca divulgação nos meios especializados_ aliada à ausência de endosso pelas companhias importadoras.
- A conseqüente falta de amplitude aos horizontes dos aprendizes_ na sua maioria, e por todo despreparo, não sabem reconhecer a importância daquilo que mais desejam.
É difícil optar, ainda mais se um leque tão vasto de alternativas se abre, e nem sabemos por onde começar. Todas as palhetas estão dentro de um padrão de qualidade proposto pelo próprio fabricante, e é isso que faz com que aquele instrumentista opte por determinada marca. Agora, que critérios ambos utilizam? Um para fabricar, e outro para escolhê-la como sua palheta preferida?
O fabricante zela por seu produto desde o plantio da cana (tipo de bambu mais denso que o nosso, conhecido como cana da Índia), passando pelo controle de pragas, o corte, a armazenagem, e pela fabricação propriamente dita. Ainda mais criteriosos na definição do tipo de raspagem (se americana ou francesa) e na eficácia da qualidade desta etapa. A medição de sua densidade (bastante variável entre os fabricantes), mas com especificações seguidas à risca, dentro de uma tabela que classifica que uma palheta #2 ocorra do #1,88 ao #2,16, por exemplo, (estes números não compõem a tabela de densidade de nenhum fabricante). O seu invólucro, que garantirá que o produto chegue são as mãos dos músicos; e também a conservação de sua umidade, preocupação cada vez mais comum entre as grandes marcas. Que têm apresentado ao mundo eficientes soluções. Para cada novo modelo de palheta proposto, estudado e desenvolvido, existe uma característica sonora, timbrística, de resposta e projeção, de resistência e consequente prolongamento de sua vida útil; ou seja, há um por que de sua produção.
O músico por outro ângulo tenta se encontrar ou encontrar a palheta que melhor subsidie suas necessidades. Este já deve ter em mente que tipo de som deseja, deve avaliar se a palheta escolhida constitui um elemento sonoro coeso. Está formando um bom conjunto com o resto de seu equipamento (boquilha, abraçadeira e ao próprio instrumento)? Entre outras coisas, devem ser observados o equilíbrio entre os registros, o domínio do executante sobre a palheta, como este acessório comporta-se se utilizado em subtones, superagudos, harmônicos, em passagens rápidas, em mudanças abruptas de registro, enfim em situações extrema para o seu uso; o equipamento deve ser observado de acordo com as necessidades do instrumentista e classificado ou qualificado sob a sua expectativa. Aos menos experientes: Devem ser dosados o número da palheta com o número da boquilha, concordo que este é um assunto difícil de ser discutido, mas com bom senso todos acabam definindo sozinhos seu “setup”. Não há pressa para isso, você será músico pro resto da sua vida e tenha certeza sua palheta um dia vai mudar! Para os iniciantes este tipo de preocupação (timbres, som escuro ou brilhante demais), é facilmente resolvido: Qualquer palheta #1,5 pode ser utilizada; o mais importante é a fidelidade à marca, isto fará com que sua evolução seja notada.
Leia em seguida minhas descrições sobre algumas marcas e alguns modelos de palhetas. Lembrem-se, tocar cada vez com uma palheta mais dura não significa que seu nível como instrumentista esteja galopantemente desenvolvendo. Esta numeração está relacionada com a abertura de sua boquilha (frontal e lateral), com o seu jeito de tocar (estilo), com aquilo que você quer do seu som. Não existem regras. O seu dia-a-dia o conduzirá às decisões acertadas, mais cedo ou mais tarde.
Palhetas Rico Royal
A palheta Rico Royal para saxofone é o resultado do alto padrão da cana para ser empregada nas mais diversas situações. Esta é uma palheta de altíssima qualidade a disposição dos saxofonistas profissionais, e pelo seu baixo custo pode também ser empregada na vida acadêmica. O corte francês da palheta Rico Royal dá uma maior flexibilidade, especialmente nos registros graves, acrescentando limpidez ao som mesmo quando se toca matizes como o pianíssimo. Esta é uma palheta de aplicação profissional, com excelente resposta e bom desempenho em qualquer tipo de música. As palhetas Rico Royal são produzidas do #1 ao #5 (com intervalos de 0,5). No Brasil é mais fácil encontrar do #1,5 ao #3 em embalagens com 10 unidades para todos os instrumentos.
Palhetas Rico Select Jazz
As palhetas Rico Select Jazz são feitas para suprir as exigências dos instrumentistas mais sofisticados; com a qualidade timbrísticas de canas criteriosamente selecionadas para os profissionais de jazz. Seu corte tem fortes características, como o “coração” bem definido, e a longelínea raspagem lateral. Proporciona uma projeção sonora sem precedentes, com bastante clareza e timbre apurado, responde com uma incrível agilidade e flexibilidade. A Select Jazz é a opção para melhorar sua sonoridade; usando palhetas do tipo Filed, preferidas freqüentemente por saxofonistas que usam boquilhas “round-chambered” como a MeyerTM (americana) ou a Otto LinkTM; ou para aqueles que usam boquilhas “medium-” ou “small-chambered”, para a obtenção de um som brilhante, como o da boquilha BeechlerTM, Berg LarsenTM ou DukoffTM, têm preferido as Selec Jazz Unfiled. As palhetas Rico Select Jazz são produzidas sob uma nomenclatura diferenciada: do #2S (Soft) ao #4H (Hard); assim 2S, 2M, 2H, 3S, 3M, 3H, 4S, 4M e 4H, onde o #2S corresponde aproximadamente a #1,75 da Rico Royal (esta relação não se mantêm para os números subseqüentes). No Brasil é mais fácil encontrar do #2S ao #3M (aproximadamente #3,5 da Rico Royal) em embalagens com 10 unidades para Altos e Sopranos, e com 5 unidades para Tenores.
Palhetas Rico Plasticover
Coberta com um revestimento especial, a palheta Plasticover da Rico tem uma mais duradoura vida útil. Desenvolvida para resistir a umidade e as mudanças climáticas, ela é ideal para quem precisa freqüentemente intercalar entre dois instrumentos ou ainda para quem os usa na rua, em bandas marcias ou de coreto. Esta palheta responde com precisão, volume e boa projeção; podendo ser aplicada com ótima qualidade ao jazz, em gravações e na música pop. As palhetas Plasticover são produzidas do #1 ao #5 (com intervalos de 0,5). No Brasil é mais fácil encontrar do #1,5 ao #3 em embalagens com 5 unidades para Clarinetes e Saxofones.
Palhetas Rico Frederick L. Hemke
Estas são palhetas selecionadas à mão para atender ao saxofonista que quer muito mais que uma resposta imediata, quer também uma excepcional impostação tonal e toda a flexibilidade de que precisa; tudo isso tocado com bastante velocidade. A Hemke, como é conhecida no Brasil, é produzida para o quarteto clássico de saxofones. Sua sonoridade escura permite que transite do meio clássico ao jazz tradicional; seu corte francês dá-lhe liberdade na resposta, especialmente nos registros graves, adicionando também clareza as notas e permitindo que se toque com suavidade.
- A Hemke é uma palheta “pronta” para tocar, com excelência profissional. É excitante tocar e perceber que conseguimos fazer frases mais longas e com mais velocidade e com boa articulação; tudo com um som incrível. Esta é também uma palheta leve, daí não estranhe se precisar de meio pontinho a mais, daquilo que costuma usar. As palhetas Frederick Hemke são produzidas do #1,5 ao #4 (com intervalos de 0,5). No Brasil é mais fácil encontrar do #2 ao #3 em embalagens com 5 unidades; disponível somente para Saxofones.
Palhetas Rico Reserve
Rico Reserve é o resultado demais de 75 anos de excelência na fabricação de palhetas. A alta densidade encontrada nos nós mais baixos da cana, cortadas com a precisão do corte de um diamante e medidas com laser óptico, além do avançado sistema de raspagem que coloca a Rico Reserve como um ícone no mercado de palhetas mundial. As palhetas Rico Reserve são embaladas com o Vitalizer TM para controle de umidade.
- A Reserve é uma palheta muito mais densa que o normal, portanto prefira experimentar uma numeração mais leve a aquela que está habituado. Seu som é surpreendente.
As palhetas Rico Reserve são produzidas do #2 ao #4,5 (com intervalos de 0,5). No Brasil é mais fácil encontrar do #2 ao #3,5 embaladas com 5 unidades e disponíveis para Sax Alto e Clarinete.
Palhetas Rico La Voz
Palhetas desenvolvidas para obter uma excelente projeção sem perder a versatilidade. As La Voz são manufaturadas com matéria prima selecionada visando sempre o seu melhor desempenho, por isso é a preferida de muitos saxofonistas profissionais. Sua forma de raspagem traduz-se num som profundo e poderoso, representando assim a voz dos saxofonistas por todo o mundo. As palhetas La Voz são produzidas sob uma nomenclatura diferente da maioria das palhetas: assim, do Soft (representado pela letra S) ao Hard (representado pela letra H), passando pelo Medium Soft – MS, Meduim – M e o Medium Hard – MH.
Correspondem aproximadamente, se comparadas com a Rico Tradicional_ da caixinha Laranja_ a: S = #2; MS = #2,5; M = #3; MH = #3,5 e H = 4,75, esta não é, portanto, uma palheta das mais leves. No Brasil é mais fácil encontrar do S ao M.
Palhetas Vandoren
As palhetas Vandoren Tradicional foram desenvolvidas e produzidas para obter-se um som extremamente puro. Proporcionado pela vibração obtida principalmente na ponta da palheta (área de maior vibração), contra-balançada pela resistência de sua espinha (área de maior densidade da cana; raspada gradualmente até a ponta da palheta). A palheta Vandoren Tradicional (também conhecida como a Palheta da Caixinha Azul), é a favorita dos saxofonistas eruditos de todo o mundo, mas é utilizada para qualquer tipo de música. São produzidas para todos os tipos de saxofone inclusive Sopranino e Baixo.
- Esta é uma palheta um pouco mais densa e por isso preferida no meio erudito. As palhetas Tradicionais da Vandoren são produzidas do #1 ao #5 (com intervalos de 0,5). No Brasil é mais fácil encontrar do #1,5 ao #3 em embalagens com 10 unidades para Clarinete, Sax Alto e Sax Soprano, e com 5 unidades para Sax Tenor e Sax Barítono.
Palhetas Vandoren V16
A Palheta Vandoren V16 foi lançada em 1993, em resposta a expectativa de alguns músicos americanos de Jazz. Ela tem uma ponta mais grossa e é mais comprida que a Vandoren Tradicional (observando-se o ângulo de raspagem mais íngrime). A V16 tem um som mais brilhante e percussivo, particularmente adaptável a nos estilos musicais. São produzidas para Sax Soprano, Alto e Tenor.
- Esta palheta é mais leve que a Tradicional na ponta, e tão rígida quanto, no centro. As palhetas V16 da Vandoren são produzidas do #1,5 ao #5 (com intervalos de 0,5); no Brasil é mais fácil encontrar do #1,5 ao #3 em embalagens com 10 unidades Sax Alto e Sax Soprano, e com 5 unidades para Sax Tenor.
Palhetas Vandoren JAVA
Esta palheta foi desenvolvida pela Vandoren em 1983 para jazz e música popular. É uma palheta muito mais flexível na área aonde as ondas se propagam com maiores extensões (na alma); do que a Vandoren Tradicional. E alcança uma área de vibração em sua superfície, maior e com máxima elasticidade. O nome JAVA deu-se da junção das palavras JAzz e VAndoren. Caracteriza-se por seu corte diferenciado, o que conduz a rapidez na resposta e uma expressividade sem igual ao tocar.
- Palheta de excelente resposta e timbre; vem “quase” pronta para tocar.
As palhetas JAVA da Vandoren são produzidas do #1,5 ao #5 (com intervalos de 0,5). No Brasil é mais fácil encontrar do #1,5 ao #3 embaladas com 10 unidades para Sax Alto e Sax Soprano, e com 5 unidades para Sax Tenor e Sax Barítono.
Palhetas Vandoren ZZ
Proporcionando-nos extrema rapidez e um timbre surpreendente, a palheta Vandoren ZZ é a mais recente inclusão a série de palhetas para jazz; disponível para o quarteto clássico de saxofones, esta é a primeira da série jazz produzida para Sax Barítono. A ZZ caracteriza-se por sua raspagem diferenciada entre o coração ou alma da palheta e sua extremidade mais fina. O resultado é uma palheta com um timbre extraordinário, com resposta imediata, equilíbrio e mobilidade entre os registros.
- Esta palheta nos dá a impressão de ser mais leve que a JAVA (só impressão!) e deixa o som, que já percebíamos timbrados, com um efeito aerado que só a ZZ tem. Além do “punch” obtido no início de cada nota tocada… sensacional! As palhetas Tradicionais da Vandoren são produzidas do #1,5 ao #4 (com intervalos de 0,5). No Brasil é mais fácil encontrar do #1,5 ao #3 embaladas com 10 unidades para Sax Alto e Sax Soprano, e com 5 unidades para Sax Tenor e Sax Barítono.
Palhetas Vandoren 56 Rue Lepic
Produzido com uma cana mais densa, a Vandoren 56 Rue Lepic emite um som rico, concentrado, estável, extremamente puro e homogênio em todos os registros. Dá-nos mais precisão nas passagens difíceis, mantendo suas características sonoras. Para manter todos as nuances timbríticas e prolongar sua vida útil, sua umidade (de quando manufaturada), é mantida entre 45% e 70% pelo “Flow-Pack”. As palhetas 56 Rue Lepic da Vandoren são produzidas do #2,5 ao #4,5 (com intervalos de 0,5). No Brasil é mais fácil encontrar do #2,5 ao #3,5 embaladas em caixas com 10 unidades, são de uso exclusivo dos Clarinetistas.
Palhetas Vandoren V12
A palheta V12 foi especificamente desenvolvida para suprir as exigências dos clarinetistas profissionais e está disponível somente para o Clarinete em Bb. Eles promovem um som rico e um controle sem igual. Estas palhetas são manufaturadas com tubos de cana no mesmo diâmetro das usadas na produção das palhetas para saxofone. Relacionando-as com as Vandoren Tradicionais, as V12 são meio ponto mais leves. As palhetas V12 da Vandoren são produzidas do #2,5 ao #5+ (com intervalos de 0,5). No Brasil é mais fácil encontrar do #2,5 ao #3,5 em embalagens com 10 unidades.
Agora é só escolher! Não tenha medo de experimentar, só não faça disso a sua razão de viver. Fidelizar-se a uma marca e modelo de palheta só contribuirá ao seu desenvolvimento.
Contato: alefmansur.teodoro@playtech.com.br
Mesmo que o Bluetooth não servisse para mais nada além da comunicação sem fio entre dispositivos, ele teria cumprido seu papel na Terra ao conectar celulares e MP3 players a fones de ouvido.
Usuários destes gadgets sabem o quão chato é brigar com os fios que ligam os dois equipamentos – retire o player de uma bolsa com o cabo completamente emaranhado a outros e diga se discorda da afirmação.

Com o Bluetooth aplicado aos fones de ouvido, chegam ao fim situações como a descrita acima.
Cada vez mais populares no Brasil, os fones Bluetooth se conectam a celulares, MP3 players e computadores.
Arquivado em: PlayTech
Habitantes de São Paulo, abram os olhos: imagens digitais serão projetadas por edifícios e monumentos da capital paulista a partir desta terça-feira (5) até a próxima sexta (8).
A intervenção é responsabilidade do grupo nova-iorquino Graffiti Research Lab, que desembarca no Brasil para integrar a programação do File – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica.
O coletivo de artistas usa a tecnologia para grafitar grandes construções com uma laser tag, ou seja, uma caneta de laser capaz de gerar desenhos em prédios inteiros com ajuda de um projetor de grande escala.
O trabalho do grupo já passou por diversos marcos arquitetônicos ao redor do mundo, como a ponte do Brooklyn, em Nova York, e o Coliseu de Roma, além das paredes de museus e galerias como a Tate Modern de Londres e o MoMA, de Nova York.
A 9ª edição do festival reúne cerca de 300 artistas e grupos de 30 nacionalidades diferentes. A programação inclui ainda 14 filmes de cinema digital, produzidos na tecnologia 4k, que traz uma imagem com definição 24 vezes superior à de uma TV comum. Além disso, uma exposição gratuita no Centro Cultural Fiesp convida o público a interagir com a arte de maneiras inusitadas.
Confira a programação completa no site: www.file.org.br
Fonte: globo.com
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Um projeto realizado por pesquisadores brasileiros indica que o computador modificou a música de forma profunda e definitiva. “Seja como ferramenta para composição, para tratamento de material sonoro, para aprimoramento de técnicas instrumentais tradicionais ou simplesmente como instrumento musical”, diz o estudo, publicado nesta semana pela agência Fapesp.
A presença da máquina, continua, provocou uma alteração radical na concepção da música acústica, escrita em partitura. Isso porque o computador agiliza cálculos e também facilita a análise de sons, de acordo com o projeto “O espaço de composição e performance musical: computador e ambiente acústico”, coordenado pelo professor e compositor Silvio Ferraz Mello Filho, do Departamento de Música da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Com a máquina, é possível fazer a análise do som de um sino, isolar suas componentes e brincar de refazer esse som com uma orquestra sinfônica ou com um quarteto de cordas, por exemplo. Segundo o especialista, esse tipo de possibilidade fez com que as novas tecnologias tivessem implicações muito grandes no modo contemporâneo de compor.
O professor afirmou que, desde o final da década de 60, existe a previsão de que o computador se tornaria uma ferramenta de grande utilidade para os músicos. “Observando o desenvolvimento da música eletroacústica e eletrônica, depois da popularização do computador, verificamos que ele se tornou um instrumento quase que obrigatório. E não se trata apenas de fazer partituras no computador: o músico trabalha de fato com linguagem de programação”, disse à agência Fapesp.
O projeto de pesquisa envolveu diversas instituições do país e gerou mais de 20 teses, dissertações e trabalhos de iniciação científica, além de publicações, concertos, palestras, workshops e interação internacional. Ele foi concebido para atualizar os estudantes da Unicamp sobre novos softwares de performance musical. Uma das ferramentas utilizadas durante seu desenvolvimento foi o software Max/MSP, que permite a transformação de sons em tempo real.
Fonte: globo.com



