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O anúncio vai sair na revista Cover Guitarra na ed. Outubro.
Durante o lançamento da mesa de áudio IM-8 da Yamaha, a PlayTech apoiou com os microfones Beyerdynamic.


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O Painel sobre Áudio nas Igrejas, realizado no último dia da AES BRASIL 2009, reuniu especialistas, entre eles, o convidado internacional Ray Rayburn e Aldo Soares, diretor da Sociedade.
Um dos principais problemas debatidos foi o risco iminente de desabamento em ambientes de cultos. Locais condenados, sob risco de desabamento, podem ser derrubados pelo grave. Segundo os especialistas, quando se inicia um projeto do zero, pode-se desenvolver um trabalho para minimizar os problemas e riscos.
Porém, foi lembrado que grande parte do trabalho do profissional de áudio começa bem depois que a edificação está pronta ou em alguma parte do processo que não permite mais fazer interferências.
Os palestrantes insistiram que é preciso pensar num projeto macro, incluindo na edificação os projetos de áudio e sonorização, todos trabalhando em conjunto, pensando, inclusive, no isolamento acústico.
Quando se pensa em pendurar caixas acústicas, é preciso ter certeza de que a estrutura vai agüentar a carga. E quando se tem um prédio cuja estrutura não está íntegra, é de se preocupar com graves e agudos.
Hoje, a tendência das igrejas é voltar-se para cultos e shows. É onde a igreja se aproxima do teatro e tem de estar preparada para diversas situações. As igrejas agora estão comprando equipamentos que qualquer empresa de locação oferece para shows de qualquer porte. É nessa hora que ela precisa do profissional de áudio. Por isso, o áudio de igreja tem de ser levado a sério.
É bom lembrar que a igreja trabalha em função da fé “pelo ouvir da palavra”, e a palavra é o mais importante da casa. Portanto, tem de haver equilíbrio entre o investimento em estética e projeto de áudio e sonorização.
Extraído do site da AES BRASIL 2009
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A todos os estudantes latinoamericanos de carreiras vinculadas ao Áudio Profissional:
Convidamos a participarem da Primeira Competição Latinoamericana de Gravação da A.E.S. (Audio Engineering Society)
Um dos eventos principais da 3a Conferência Latinoamericana da AES (que acontecerá em
São Paulo, Brasil, de 26 a 28 de Maio de 2009) será a “Competição de Gravação Estudantil”, da qual podem participar os alunos e ex-alunos (ainda não profissionais) das diversas instituições educacionais da América Latina que lecionam carreiras relacionadas ao Áudio Profissional.
Mais informações sobre a competição acesse www.aesbrasil.org
E nos dias do evento a Playtech estará com stand apresentando as novidades do setor de áudio.
Mesmo que o Bluetooth não servisse para mais nada além da comunicação sem fio entre dispositivos, ele teria cumprido seu papel na Terra ao conectar celulares e MP3 players a fones de ouvido.
Usuários destes gadgets sabem o quão chato é brigar com os fios que ligam os dois equipamentos – retire o player de uma bolsa com o cabo completamente emaranhado a outros e diga se discorda da afirmação.

Com o Bluetooth aplicado aos fones de ouvido, chegam ao fim situações como a descrita acima.
Cada vez mais populares no Brasil, os fones Bluetooth se conectam a celulares, MP3 players e computadores.
por fernando rassi – audio profissional da playtech andradas
A qualidade é algo que tem que fazer parte dos seus planos.
Com certeza hoje em dia o maior número de compras em áudio no mercado brasileiro se trata das instituições religiosas, de todas as crenças, em especial, as evangélicas, que investem consideravelmente em áudio para melhorar assim os cultos que incendeiam a fé e esquentam o coração levando emoção e colocando os fiéis mais perto do êxtase e da certeza de andar em um caminho divino; agora nada disso é possível se não tivermos consciência na verdadeira ação que as igrejas exercem na sociedade hoje em dia. Existe muita lenda em torno de como sonorizar um ambiente. Todo mundo tem algum amigo que entende ou que já teve alguma experiência com caixas de som e “esse cara vai nos ajudar”, “assim não ficamos a mercê de vendedores de lojas de áudio que querem nos empurrar equipamentos caros que nem sei pra que serve mais custa caro…”, “só quero colocar duas caixas de som e ligar lá um microfone para eu e mais dois amigos cantarem nos louvores”, “a gente já tem um amplificador de 1000 watts e só falta o falante…” . Nossa, como ouço isso na loja!!! Ou então, essa é a mais clássica: “A minha igrejinha é pequena e a gente só quer um sonzinho!” A igreja é pequena? Isso é sinônimo de falta de qualidade? Uma coisa não está ligada a outra, um sistema pequeno também tem que ser dimensionado corretamente, e é ai que quero chegar.
Imagine estar em um ambiente onde as caixas foram mal dimensionadas, ou pior, foram montadas de qualquer jeito, um alto-falante aqui, remenda um fio acolá e vamo lá!; Aí o pastor pega um microfone onde a voz dele sai completamente distorcida! Mas olha que potência de som arto… Todo mundo escuta lá no fundão, só não sabe se é o que o pastor ta falando,… Cabrera? Ovelha? Pereira? O marido da Neuza? O que ele disse? Você ouviu? _ quanto tempo você consegue ficar em um ambiente assim? Te garanto! Muito pouco. Você sairá de lá tenso, cansado! E lembrando, você foi lá para descansar, ouvir uma palavra de fé e sair mais leve; então, em primeiro lugar, só pra colocar isso de forma bem clara! Se o louvor não tiver qualidade de áudio o seu culto vai ficar magrinho, sem sal, não atingiu o coração de quem foi lá pra exaltar.
Trabalho com vendas em áudio já há um bom tempo, o suficiente para ter montado vários sistemas que funcionaram como eu queria, e ver nas pessoas a satisfação de ter investido cada centavo corretamente (e isso não quer dizer que tenha ficado caro heim…), ver os clientes crescerem e voltarem, e cada vez mais com idéias arrojadas e maiores que antes… Estamos crescendo, dizem… O segredo está justamente aí, quando um líder da igreja dá a verdadeira importância para o áudio em sua igreja, ele está valorizando o que ele tem de melhor, que é a palavra da fé que ele tem para levar para os seus e aqueles que ali chegam.
Então vai: vou ajudar aqui a você decidir o que fazer com pouco dinheiro e algumas idéias úteis. É importante saber que hoje em dia existem sistemas ativos e passivos e isso faz uma diferença enorme na prática! Quer ver?
Sistema passivo: (básico)
O sistema passivo é aquele que a maioria já conhece de longa data: amplificador, mesa de som, microfones e caixas de som, sem deixar de fora os cabos para conexão que tantos se perguntam “pra que tudo isso de fio”? Ele tem um crossover dentro das caixas e tudo mais, As maiores dúvidas estão concentradas neste tipo de sistema.Qual a potencia certa? Tem que ser nominal? Quem me ajuda a carregar esse ampli pesado? Por mais simples que seja, a maioria das igrejas tem o sistema completamente errado no seu dimensionamento, caixas que não são compatíveis com suas potências e vice-versa.
Sistema ativo: (básico)
O sistema ativo é lindo. Nessa hora, ele faz tudo sozinho, a caixa é amplificada e já vem com crossover ativo (é por isso que ela chama ativa) e é composto de uma mesa de som e duas caixas e microfone, caramba acabou? Só isso? Isso mesmo, bem simples, até a dona Maria que não conhece o som liga tudo!
Mas é preciso lembrar que para cada tipo de sistema existe uma aplicação adequada, e para cada ambiente uma aplicação; não basta simplesmente colocar as caixas lá, e achar que ta tudo bem, pronto e acabou. Nem mesmo o melhor som do mundo pode resolver todos os problemas. Às vezes, o que precisamos é simplesmente uma boa consultoria com o seu vendedor de confiança, e acredite, aqui na Playtech temos excelentes profissionais, tanto eu quanto meus colegas gostamos de fazer o que fazemos todos os dias, e a satisfação é ver você com um sorriso no rosto quando volta à loja para tomar um café ou para aumentar o sistema, é o que nos orgulha deste ofício maravilhoso que é trabalhar com Áudio.

Quando a cerimônia de abertura da Campus Party levou ao palco na segunda (11) a Reac Table, eram poucas as pessoas que já sabiam do que se tratava. A mesa com superfície azul sobre a qual eram movimentados objetos de plástico para criar música eletrônica fez até com que o ministro Gilberto Gil pegasse carona no show dos espanhóis Carlos Fernandez e Carlos Lopez, que vieram ao Campus Party demonstrar a tecnologia.
A Reac Table mistura câmeras, objetos de plástico, símbolos e softwares para oferecer um modo instintivo de criar música eletrônica. Sem regras e nomes complicados, basta que o usuário movimente peças de plástico sobre a superfície da mesa para gerar efeitos sonoros e criar desde distorções até seqüências de baterias. Confira um vídeo da Reac Table.
Uma câmera posicionada na parte inferior da mesa grava os movimentos realizados na superfície e envia as informações para um computador que codifica os dados e transforma a seqüência em música. O segredo está nos símbolos de cada objeto colocado sobre a Reac Table.
Um cubo grande, por exemplo, é o gerador de som. Ao seu redor podem ser colocadas peças menores para interferir nas ondas sonoras – distorcendo e amplificando o som, por exemplo. O computador identifica qual ícone está em ação na mesa e reproduz o efeito desejado.
Fonte: Globo.com
Certa vez, Confúcio disse que a “música produz um tipo de prazer com o qual a natureza humana não é capaz de viver sem.” Sim, é difícil de imaginar um mundo sem música, e é igualmente difícil de viver sem fones de ouvido. Os fones nos ajudam a carregar a música para onde quer que formos, e ouvir nossas próprias trilhas sonoras para passar o tempo, se exercitar, criar umas batidas ou só ignorar alguém com quem você realmente não está afim de conversar (já passei por isso).
Nos últimos tempos, os fones de ouvido têm se tornado cada vez menores e mais avançados. Há modelos com redução de ruídos, há modelos estilosos que cabem dentro do bolso da sua calça e há também os fones Bluetooth, que eliminam todos os fios. Mas isso é só o começo, fãs de música. Os fones que listamos aqui são extraordinários em termos do que oferecem e da maneira como são usados.
.: clique aqui e veja os fones
Fonte: PC Magazine
por marco nunes – setor de audio profissional da playtech teodoro sampaio
Olá parceiros de gravação! Nesta matéria iremos comentar um pouco sobre tipos de gravação e os tipos de microfones adequados a cada situação.
Mas primeiramente vamos a pergunta que não quer calar: O que é um microfone?
Costumo dizer que o microfone pode ser considerado nosso “ouvido eletrônico”. Ele faz a transformação de energia acústica em energia elétrica, e a forma que esse microfone faz essa conversão é que determina o tipo em que ele se enquadra.
Podemos dividir os microfones em 2 grandes grupos:
MICROFONES DINÂMICOS
O microfone dinâmico consiste de um diafragma fino acoplado a uma bobina móvel dentro de um campo magnético. Quando o som atinge o diafragma, este se move para dentro e para fora, e este movimento da bobina dentro de um campo magnético produz uma variação de corrente na bobina (e conseqüentemente uma variação de tensão em seus terminais) análoga à variação da pressão atuando no diafragma.
De construção simples e robusta, é um dos mais indicados para utilização em instrumentos de grande pressão sonora, como peças de bateria, amplificadores e alguns instrumentos de sopro com trombone e trompete.
Alguns modelos bastante utilizados: Shure SM-57 (todo estúdio precisa ter um deste pelo menos), Sennheiser MD 421 (muito utilizado em tambores de bateria), AKG D112 (clássico microfone de bumbo), Sennheiser E609 (na minha opinião o melhor microfone para amplificadores de guitarra- funciona muito bem na frente de um trompete também!!).
Os microfones dinâmicos são muito utilizados ao vivo, por sua maior rejeição a ruídos de manuseio e sons indesejáveis vindos de instrumentos próximos a ele.
MICROFONES CONDENSADORES
Microfones condensadores, também conhecidos como microfone de capacitor, geram uma corrente elétrica proporcional a pressão sonora, a partir da diferença da capacitância causada pela incidência da onda sonora em uma ou duas lâminas de um capacitor.
Necessita de phanton power, ou seja, uma corrente elétrica disponível na maioria dos mixers e consoles presentes no mercado.
Por essa razão, o condensador capta uma maior gama de detalhes de um instrumento ou uma voz, sendo largamente utilizado em estúdios de gravação.
Alguns microfones condensadores famosos: Neummann TLM 103 (vozes agradecem serem gravadas por ele!!) Audio Technica 3035 (excelente para vozes e instrumentos de corda e sopro), AKG C414 (um dos mais versáteis microfones condensador do mundo), AKG C1000 (clássico microfone de over de batera).
Estamos em um grande momento no mercado de instrumentos musicais. Fomos inundados com diversas marcas de microfones que aliam uma boa qualidade com preço acessível (o famoso custoxbenefício). Alguns deles: Audio technica AT2020 (condensador de diafragma largo), CAD GLX3000 (diafragma largo, multi-pattern), Samson C 02 (par de condensadores com diafragma pequeno), MXL 770 (cápsula larga).
Nesta matéria faremos um passo-a-passo de como fazer uma gravação de um ensaio, com excelente resultado, com um mínimo de investimento, supondo que você já possua um computador apto para gravação e uma sala de ensaio com seus respectivos instrumentos e amplificadores. Para isso você irá precisar de:
-01 placa multipista, USB, Firewire ou PCI, de 8 canais (EX. M-Audio Delta 10/10 LT, Edirol UA 101)
-01-kit de microfones de bateria de 4 peças. (2 overs, bumbo e caixa- Samson, Cad, Audio-Technica, Superlux, dentre outros)
-01- microfone para microfonar a guitarra.(Shure, Sennheiser, Audio-Technica)
-02- direct Box para teclado e contrabaixo. (Behringer, Samson, Tapco)
-01- mesa com direct out. (Behringer, Tapco, Yamaha, etc.)
-01- software de gravação.
-01- microfone para gravação das vozes.
-01- amplificador de fones de ouvido e fones de ouvido para os músicos. (Samson, Behringer, etc).
O primeiro passo é entender a cadeia de sinal que iremos fazer. Posicionaremos os microfones em seus respectivos instrumentos. Esse sinal irá para a mesa de som. Cada canal desta mesa possui um direct out, que nada mais é do que uma saída específica do canal, que irá para a entrada da placa de som. Nesse primeiro passo você já endereçou cada instrumento para um canal específico no software de gravação. No caso do teclado, ele pode ir diretamente para a placa, bastando passar pelo direct-box . O mesmo se aplica ao contrabaixo, se ele não possuir um amplificador específico.
A saída L/R da placa volta para a mesa através da conexão “tape in”, e a saída da mesa “tape out” será endereçada ao amplificador de fones e conseqüentemente aos fones de ouvido.
A montagem está concluída. O próximo passo é certificar o nível de volume de entrada da placa. (ela precisa ser o mais alto possível antes da distorção harmônica).
O vocalista será escutado apenas nos fones de ouvido, (não faria sentido o som do vocal ir para o PA de voz e ser captado pelos microfones de bateria)
O interessante desta forma de gravação é que o vocalista pode refazer seu take se esse não ficar da maneira que lhe agrade


